27 julho 2014

Mayhem..

Sou fã pra caralho do Mayhem, e de Black Metal, então por isso o post hahahah..

Per Yngve Ohlin, era um cantor sueco, mais conhecido como Dead, foi vocalista da banda Mayhem, após a saída de Messiah.

Com uma pele muito branca, às vezes parecia azul, ele se destacava onde ía. Estava sempre maquiado como um cadáver, até mesmo nos ensaios.

A história de "Dead"


Em seu monólogo, Jan Axel Bloomberg, mais conhecido como Hellhammer, baterista e único membro remanescente da formação clássica do Mayhem, ele descreve Dead como um fanático pelos castelos Cárpatos e Pophyrians.

Dead foi o primeiro músico de Black Metal a usar o corpse paint, por isso o apelido. Acreditava ser de outra realidade. Para ele a vida era somente um sonho.

Em seus concertos sempre usava uma bolsa com um cadáver de corvo no interior para sentir a essência da morte, além de vestir roupas que anteriormente havia enterrado e onde proliferavam germes e insetos.

Dead cometeu suicídio cortandos os pulsos e dando um tiro em sua cabeça, porém antes de cometer suicídio, ele deixou um bilhete que dizia: "Desculpe pelo sangue". Ele também contava que sua alma pertencia aos bosques nórdicos para onde ele sempre quis ir...Então Euronymous, guitarrista da banda Mayhem, comprou uma câmera e tirou fotos do cadáver do ex-companheiro de banda.

Uma das fotos tiradas (abaixo) foi usada como capa do futuro CD do Mayhem, chamado ‘Dawn of the Black Hearts’.

A foto é um pouco pesada, então se quiser ver, continue lendo..



Em 10 de Agosto de 1993, Varg Vikernes viajou de Bergen até o apartamento de Euronymous. O encontro resultou em uma discussão e Varg o esfaqueou 23 vezes: duas vezes na cabeça, cinco vezes no pescoço e 16 nas costas. O corpo foi encontrado na parte de trás do apartamento. Foram somente facadas, Euronymous não caiu em cima de vidros.

Muitas hipóteses foram levantadas na época para justificar as razões do assassinato. Especulou-se que uma das razões era que Euronymous deveria ter lançado o disco intitulado Aske, mas não o fez. No ponto de vista de Varg, esse era o momento certo, pois a atenção da mídia estava voltada ao mesmo, o que daria grande atenção ao disco. Euronymous só o fez meses depois. Esse fato, somado ao sentimento de rivalidade que existia entre ambos na época (as duas bandas eram frequentemente comparadas) acabaram por acabar com qualquer tipo de boa convivência entre ambos. Euronymous tramou para abater Varg com uma arma-de-nocaute, levá-lo a uma floresta e torturá-lo até a morte. A tensão entre os dois teve seu ápice em 1993 quando Varg, segundo ele, descobriu a trama de Euronymous (um amigo dos dois contou à Varg) e foi tirar satisfação com Aarseth, onde teve início a briga que só foi terminar com o assassinato de Euronymous a facadas. Existem boatos que dizem que a rixa entre ambos era causada pelo fato de Varg estar deixando o selo de Euronymous, mas isso não procede. De fato, o mesmo só deixou de participar do selo devido ao assassinato de Euronymous.

Varg alegou que Euronymous havia iniciado o ataque e que as feridas foram causadas por cacos de vidro que ele teria caído em cima durante a briga. Varg foi preso e condenado a 21 anos de prisão (pena máxima na Noruega) pelo assassinato de Euronymous e uma série de incêndios em igrejas locais. Em uma exibição controversa, Varg sorriu no momento do veredito, uma imagem que foi amplamente reproduzida da imprensa. No dia 24 de maio de 2009, após 16 anos na prisão, Varg foi solto em liberdade condicional.








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